O Col. Estadual Antônio Bahia teve os seus primeiros passos, no dia 13/05/1929, com os esforços do Prof. Sizenando Ferreira de Souza e do Sr. Antônio Bahia, para agrupar as escolas da época que funcionavam nas casas dos moradores da vila. Foi então, criada a entidade Escolas Reunidas Antônio Bahia. Hoje, a gestão da Escola é composta por:Mônica Ramos de Oliveira (Diretora), Rosana Marli F. de Oliveira (Vice-Diretora), Mª Patrícia M. Costa (Vice-diretora) e excelentes professores.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Educando o Amanhã: A matemática da vida em Fukushima
Educando o Amanhã: A matemática da vida em Fukushima: "Vale a pena ler essa lição de vida e abnegação A matemática da vida em Fukushima Há no Japão um grupo de 200 aposentados, em sua mai..."
Psiquiatra coloca questão do bullying em seu devido lugar
Reproduzindo do Blog Bahia de Fato:
Psiquiatra coloca questão do bullying em seu devido lugar
Psiquiatra coloca questão do bullying em seu devido lugar
O jornal digital Bahia247 deu boa contribuição ao debate sobre o bullying e seu impacto no desenvolvimento infantil. O Bahia247 entrevistou o psiquiatra baiano Luiz Pedroso, do Espaço Holos de Psiquiatria Integrada. Em resumo, ele afirma que o bullying não é o fim do mundo, 95% dos casos são resolvidos e não passa de fascismo considerar o assunto caso de polícia.
E mais, o fenômeno é normal, natural e acontece nas melhores escolas do mundo inteiro. Não dá para criminalizar o bullying. Agora, os 5% que não são resolvidos, de fato problemáticos, são os que envolvem algum tipo de psicopatologia, e devem ser tratados, de preferência no âmbito pedagógico e alguns casos no âmbito da medicina.
O psiquiatra Luiz Pedroso considera que o “combate” ao bullying ao nível de Ministério Público e repressão policial não passa de ideologia, moralismo barato, demagogia, um fascismo politicamente correto. Os promotores deviam ouvir Pedroso.
LEIA NA ÍNTEGRA AQUI
Blog Educação: Controle sobre recursos da educação é reforçado com capacitação
Controle sobre recursos da educação é reforçado com capacitação
Fonte: FNDE
Formar gestores para aprimorar a gestão e o controle dos recursos da educação. Este é o objetivo da Formação pela Escola, série de cursos a distância elaborada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) que matriculou, neste primeiro semestre, 90 mil pessoas, entre gestores educacionais, professores, diretores de escola e conselheiros. Em 2010, foram 89 mil formados.
A ação Formação pela Escola visa fortalecer a atuação dos agentes e parceiros envolvidos na execução, monitoramento, avaliação, prestação de contas e controle social dos programas e ações educacionais financiados pelo FNDE por meio de cursos a distância. No final do ano passado, o objetivo foi ampliado com a parceria firmada entre o FNDE e o Tribunal de Contas da União para formar os conselheiros responsáveis pelo controle social da aplicação de recursos da educação e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Para instruir os conselheiros, o FNDE lançou um novo curso: o de controle social, que engloba vários programas. Depois deste módulo inicial, os conselheiros podem fazer cursos sobre programas educacionais específicos, como alimentação e transporte. Por meio da parceria FNDE-TCU, este ano já foram matriculados 9.819 conselheiros.
“A idéia é incentivar os conselheiros a cursar os módulos referentes a cada programa”, afirma Renilda Peres de Lima, diretora de assistência a programas especiais do FNDE. Ela lembra que, ampliando a formação, os conselheiros aprofundam seu conhecimento e melhoram sua atuação no controle dos recursos destinados à educação.
Alvo – A capacitação é aberta a toda a comunidade escolar. Podem participar professores, pais de alunos, diretores, gestores municipais e estaduais. Cada curso tem duração de 40 horas, sendo oito horas de forma presencial e 32 horas a distância, por meio da plataforma Moodle.
Atualmente, são oferecidos sete cursos, ou módulos: competências básicas, que trata das políticas públicas de educação; programa Dinheiro Direto na Escola; programa de transporte escolar; programas do livro didático; Programa Nacional de Alimentação Escolar; controle social para conselheiros; e Fundeb. Para saber mais sobre os cursos oferecidos pela ação Formação na Escola e a forma de participar, clique aqui.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Núcleo de Educação Especial oferece 40 vagas para curso de braile
Núcleo de Educação Especial oferece 40 vagas para curso de braile
Danilo OliveiraNúcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação
Assessoria de Comunicação
O Núcleo de Educação Especial (Nede), vinculado à Pró-Reitoria de Extensão (Proex) da UNEB, vai abrir inscrições – entre os dias 11 e 15 – para a segunda turma do curso de braile.
Estão sendo oferecidas 40 vagas, distribuídas entre os turnos matutino (20) e vespertino (20). Os interessados devem se inscrever, gratuitamente, pela internet.
As aulas acontecem entre os dias 25 e 29 de julho, das 8h às 11h30 e das 14h às 17h30, no auditório do Departamento de Ciências Exatas e da Terra (DCET) do Campus I da UNEB, em Salvador.
“Esse curso é mais uma ação oferecida pela universidade voltada para a inclusão de pessoas com deficiência”, explica a professora do núcleo Patrícia da Hora, coordenadora do curso.
A iniciativa tem como público-alvo professores das redes estadual e municipais de ensino, pesquisadores e estudantes de graduação.
O braile é um processo de escrita e leitura baseado em 64 símbolos em relevo. Pelo sistema é possível fazer a representação tanto de letras, como de algarismos e sinais de pontuação. Ele é utilizado por deficientes visuais com baixa ou nenhuma visão, e a leitura é feita da esquerda para a direita, ao toque de uma ou duas mãos ao mesmo tempo.
O Nede prevê para este ano a realização do I Fórum sobre Deficiência na Comunidade Indígena, agendado para agosto, e uma nova turma do curso de formação de professores na área da deficiência visual.
Informações: Nede/Campus I – tel. (71) 3117-2331.
Foto (home): Divulgação
segunda-feira, 11 de julho de 2011
HISTÓRICO DA ESCOLA
HISTÓRICO DA ESCOLA
A Escola Antônio Bahia teve os seus primeiros passos, no ano de 1929, com os esforços do Professor Sizenando Ferreira de Souza e do Sr. Antônio Bahia, para agrupar as escolas da época que funcionavam nas casas dos moradores da vila, já que Conceição do Coité era pertencente ao município de Riachão do Jacuípe. Foi então, criada a entidade com o nome de Escolas Reunidas Antônio Bahia em homenagem a um dos seus fundadores que tinha grande influência na educação da época, funcionando na Rua 24 de Outubro, atualmente conhecida como Rua João Lopes do Carmo.
Em 1930, a intitulada “Escolas Reunidas Antônio Bahia” começou a funcionar sob a direção do Sr. Professor Sizenando Ferreira de Souza com turmas multisseriadas do 1º ao 5º ano primário e cada sala tinha o nome de uma figura importante do período, como: Rui Barbosa, Antônio Bahia, Elias Nazareth, Orlando Meireles, entre outros. Sendo que em cada sala os alunos eram separados por sexo: os homens sentavam de um lado e as mulheres de outro. Em relação à identificação das séries, o processo dava-se por meio de testes de aptidão com a aplicação de atividades de leitura e de cálculos matemáticos para avaliar o nível de aprendizagem do aluno em Português e Matemática e direcioná-lo para a classe correspondente.
O Professor Sizenando implantou a Escola para dar oportunidade aos filhos das famílias carentes da vila, conseguindo professores do Estado para assumirem as classes. Eis alguns deles: Maria Paula Gonçalves, Emérica de Meireles, Iracema Freitas Cumming, Noemia Gonçalves Carvalho, Judith Dhom da Cunha, Jessé Bittencourt Daltro de Castro, Dinorá Pinto Araújo, Ieda Ramos Gordiano.
Em 1930, foi criado um Caixa Escolar, com estatuto, objetivando ajudar os alunos adquirirem fardas, calçados, livros e assistência dentária, através da arrecadação de mensalidades de sócios de duas categorias: os efetivos que eram os alunos e os pais e os contribuintes que eram as pessoas que ajudavam espontaneamente.
Em 1956, a Escola passou a funcionar na Rua Professor Antônio Bahia, S/N, endereço atual, seguindo os padrões já existentes, organizando as salas com as placas contendo os nomes de pessoas ilustres. Em relação ao funcionamento, tinha aula de segunda a sábado, sendo este designado para a sabatina de português e a de matemática, assim realizadas: em português, quando os alunos cometiam erros na escrita das palavras eles copiavam a forma correta a quantidades de vezes que a professora determinava e a leitura era feita com os alunos em fileiras, sendo que aquele que errasse era obrigado a ficar sem recreio ou tomar palmadas. Em matemática, o aluno que acertasse as respostas dava palmadas naquele que errava sendo ainda, que se as palmadas fossem fracas a professora retribuía fortemente nos alunos que bateram. Isso quando não os colocavam de joelhos em cima de grãos de milho com o dedo erguido até a mosca pousar sobre ele, ou ficar sem recreio. Configurou-se a metodologia utilizada nessa etapa da educação da escola.
Neste período, a professora Ieda Ramos Gordiano atuava como Diretora e participava do quadro de professores os seguintes nomes: Silene Amâncio, Rilza Araújo, Marina Cunha, Marielza Carneiro, Telma Fragoso, Glória Passos, Lindinalva Cedraz, Olgarina Pitangueira, Elza Dantas, Neusa Brandão, Emercina Rios, Lícia Sales, Marina Gomes, Maria Emília e outros.
A Escola ficou até o ano de 1980 com a denominação de Escolas Reunidas Antônio Bahia e, finalmente, oficializou-se no Diário Oficial de 11 e 12 de abril de 1981, sob a portaria nº 2348/81, como Escola Antônio Bahia. Contudo, considera-se como data de fundação o dia 13 de maio de 1929, por ser o marco inicial da história da entidade.
Desde 1930, a Escola oferecia os cursos de 1º ao 5º ano primário que passaram a ser considerados como de 1ª a 5ª séries. Em 1988, foram implantadas as classes aceleradas de 1ª a 4ª séries que funcionaram somente este ano. Em 2000, começou o movimento de municipalização das Escolas e a então Diretora Ângela Maria Ramos de Araújo conseguiu expandir o ensino fundamental de 1ª a 4ª séries para 1ª a 8ª séries do ensino fundamental. Ainda neste ano, foi implantada a EJA - Educação de Jovens e Adultos - Estágio II de 5ª a 8ª séries. Em 2008, foi conquistada pela Ex-Diretora Jacilma Lopes Carneiro e Vice-Diretora Mônica Ramos de Oliveira, a ampliação da Educação de Jovens e Adultos - Estágio III do nível médio (aguardando a autorização para funcionamento) para atender a demanda dos alunos que concluíam o ensino fundamental e não tinham condições de dar continuidade aos estudos em outras escolas pela dificuldade de conseguir transportes públicos.
Hoje, a gestão escolar da Escola Antônio Bahia é composta pelos seguintes membros: Diretora Mônica Ramos de Oliveira, Vice-Diretor Edgar Alves Rodrigues Filho e conta com professores capacitados para oferecer um ensino de qualidade visando a formação integral do educando, consubstanciado nos princípios da Legislação vigente, primando pelo desenvolvimento individual e sua integração social, para que possa ampliar o conhecimento e a sua consciência de ler como um todo, tornando agente inovador e transformador da realidade social, política e econômica.
Subscrever:
Mensagens (Atom)